“Somos o que fazemos repetidamente. Por isso, o mérito não está na ação e sim no hábito." ( Aristóteles )


domingo, 8 de julho de 2012

CIRQUE DU SOLEIL ou " CIRCO DO SOL "





O Circo du Soleil, que se tornou conhecido no Brasil com as instigantes apresentações no Fantástico,  tem uma magia que contagia a todos, não importa a idade.
A trupe do Circo já passou pelo Brasil três vezes, com três espetáculos diferentes: Saltimbanco, Alegria e Quidam.
Alegria passou em 2008 e, em julho daquele ano, tive a maravilhosa oportunidade de conhecer, em família, esse grandioso espetáculo repleto de precisão, beleza e completa magia...
 O quarto espetáculo a visitar o Brasil é Varekai, que chegou  em 15 de setembro de 2011, começando por São Paulo, passando depois pelo Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Recife, Salvador, Curitiba e, por último, a partir de julho de 2012, em Porto Alegre.
Ficamos todos tão fascinados pela experiência, que estaremos novamente em Porto Alegre assistindo essa mistura única de circo e teatro. O valor dos  ingressos é conforme a localização na arena mas, pela visão que tive, qualquer lugar é super válido e só é preciso ter cuidado pra não comprar numeração atrás dos pilares, o que realmente atrapalharia a visão.


Gostamos muito de estar juntos em experiências especiais, mas filho amado do meio ainda não terá voltado do estágio na Alemanha. E torcemos muito pra que o filho amado mais velho tenha uns dias de descanso, após passar por etapas tipo " mata-mata ", no treinamento rigoroso nos Estados Unidos, antes de voltar ao trabalho. Assim...ele, eu, marido e filho amado mais novo matamos um pouco da saudade que temos uns dos outros e veremos o que promete ser um novo e grande espetáculo.

CONHECENDO UM POUCO DO CIRQUE DU SOLEIL...
Em uma misteriosa floresta no interior de um vulcão, existe um mundo extraordinário. Um lugar onde tudo é possível, chamado Varekai.

Um jovem solitário cai dos céus e assim começa a história de Varekai. Caindo de pára-quedas no meio de uma floresta misteriosa e mágica, um lugar fabuloso habitado por criaturas de mil metamorfoses, este jovem homem lança-se numa aventura absurda e intrigante. Neste lugar longínquo, onde tudo é possível, inicia-se uma celebração à redescoberta da vida.

A palavra Varekai significa “em qualquer lugar” na língua dos ciganos, os eternos nômades. Esse espetáculo é uma homenagem ao espírito nômade, à alma e à arte da tradição do circo, bem como à paixão infinita de todos os que continuam a sua busca no caminho que leva até o Varekai.


O Nascimento do Cirque du Soleil

"Ha muitos e muitos anos, em terras castigadas pelo sol vivia um homem diferente de todos os outros, mas também filho da Mãe Natureza. Era um gigante. Com suas longas pernas, ele vagava por cidades e campos, era um mensageiro da alegria.

Onde quer que houvesse reuniões populares, ele divertia a todos tocando, dançando e cantando.

O povo de Quebec o chamava de "Alexis le Trotteur". Alexis vive até hoje como a inspiração e energia motriz por trás do Cirque du Soleil.

Nos anos 70, o "flower power" dominou a América do Norte. Foi a era dos bruxos, dos protestos, do amor livre e do cabelo. Muito cabelo. Em meio a ebulição de valores e de idéias, os jovens fundadores do Cirque du Soleil aprenderam a reconstruir seu mundo fragmentado."

-Trechos de "A Baroque Odissey", filme-documentário comemorativo dos primeiros 10 anos de existência do Cirque du Soleil-

Os Fundadores do Circo


Guy Laliberté e Gilles Ste-Croix, fundadores do Cirque du Soleil, não poderiam imaginar qual seria o seu destino. Gilles Ste-Croix cursou a faculdade de arquitetura nos Estados Unidos, mas decidiu  largar tudo e voltar a fazer o que fazia quando adolescente, ser artista de teatro. Dai conheceu o grupo Bread & Puppet Theater (teatro de bonecos), aprendeu a andar em pernas-de-pau e participou de algumas apresentações do grupo.  Em Quebec, juntou amigos que tinham afinidade e talento para o teatro e formou uma trupe.

Guy Laliberté                                                 Gilles Ste-Croix

A trupe de pernas-de-pau, fundada em 1980, teve a adesão de Guy Laliberté, quando então estrelaram seu primeiro espetáculo: "A Lenda de Alexis le Trotteur". Viajaram com esse espetáculo e chegaram até o Havaí. Lá Guy Laliberté começou a trabalhar nos projetos que desenvolveria no verão em Montreal -Quebec-CANADÁ.
Nas palavras de Gilles Ste-Croix, eles estavam tentando ter um trabalho fazendo aquilo que mais gostavam e sabiam fazer.

Em 1982, com o festival Fête Foraine na pacata cidade de Baie St-Paul, no Canadá, a idéia da criação do circo se tornou realidade. Artistas de várias partes da América se juntaram para representar as manifestações populares da época e transformar a pequena cidade em um imenso picadeiro, com palhaços, mágicos, malabaristas, acrobatas e músicos montando centenas de performances e saindo pelas ruas, conquistando velhos e jovens na "alegre loucura de verão".
Quando surgiu o convite para se apresentar em Los Angeles a trupe se desfez. Artistas-fundadores do Cirque decidiram se separar. Apesar de haver dinheiro suficiente para pagar todas as dívidas feitas anteriormente e ainda para novos investimentos, muitos não estavam satisfeitos. A partir disso, o Cirque mudou.
Novas performances foram criadas, novos artistas, novas idéias, novo conceito. O Cirque du Soleil saiu da tradicional maneira de entreter e passou a aliar teatro às apresentações. O show ficou mais rico, os artistas já não atuavam apenas no seu ato, tinham que estar concentrados ao show durante toda a apresentação, hora como coadjuvantes, hora como personagens principais da ação. As apresentações do Cirque du Soleil são cada vez mais imprevisíveis e impressionantes. 
Fonte: http://cirquedusoleil.sites.uol.com.br/comeco.html


Guy Laliberté nasceu na Cidade do Quebeque em 1959. Este acordeonista, equilibrista sobre andas e cuspidor de fogo fundou o primeiro circo do Quebec com reconhecimento internacional com o apoio de um pequeno grupo de cúmplices. Um audacioso visionário, Guy Laliberté reconheceu e cultivou os talentos dos artistas de rua da Fête foraine de Baie-Saint-Paul e criou o Cirque du Soleil em 1984.

No documentário 'A Baroque Odissey' Guy Laliberté diz que enquanto estava no Havaí pensando em seus projetos passou horas sentado na praia. Segundo ele, o sol exerceu um poder muito forte e influenciador na sua mente. Procurando no dicionário de símbolos pelo significado do sol, ele encontrou definições que falavam do poder da juventude, a energia. Ele se identificou com essa energia e foi daí que surgiu o nome Cirque du Soleil (Circo do Sol).


Curiosidade 1:  No ano de 1991,Guy Laliberté, conheceu em Búzios a modelo mineira Rizia Moreira, na época com 17 anos. Em 1994, ela foi morar com o artista no Canadá, mas os dois não se casaram oficialmente. Tiveram três filhos. Separaram-se e protagonizam um rumoroso caso judicial em Montreal, onde fica a sede do Cirque: segundo o jornal canadense La Presse, "madame" (é assim que Rizia é tratada pela imprensa local devido ao segredo de Justiça que proibiu a revelação de seu nome) entrou com uma ação de reconhecimento de união estável contra o "senhor" e pede pensão mensal de US$ 45 mil e indenização de US$ 40 milhões. Tratados também como Lola e Éric, seus nomes vazaram quando uma jornalista da TVA de Montreal citou o Cirque du Soleil numa reportagem sobre o processo.

Curiosidade 2 : Em 2006, a coreógrafa brasileira Deborah Colker, que se tornou conhecida pelas belas coreografias no programada  Fantástico, recebeu  convite da Companhia para dirigir Ovo.
A ideia do espetáculo veio da própria companhia, mas a coreógrafa teve carta branca.
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sábado, 7 de julho de 2012

ARTE INUSITADA NA NEVE


O artista Simon Beck deve amar o frio! Ao longo dos lagos congelados de Savoie, na França, ele passa os dias se arrastando pela neve, criando  padrões sensacionais de arte na neve. Trabalha por 5-9 horas por dia e cada arte final corresponde ao tamanho de três campos de futebol. As formas geométricas variam em padrões matemáticos e perspectivas que criam imagens em 3D,  quando vistos a partir de níveis mais elevados.

A duração  das formas geométricas magníficas depende completamente do tempo. Seus projetos são redesenhados quando nova neve cai e, às vezes, fica incapaz de terminar um pedaço devido a acumulações significativas durante a noite. Curiosamente, ele disse: "A principal razão para fazê-las foi  devido a problemas com os meus pés, porque me arrastando na neve é a forma menos dolorosa de fazer exercício.  Tornou-se importante fotografá-los, e estou pensando em comprar uma câmera melhor. "

Uma maneira incrivelmente inusitada de fazer exercícios criando uma arte peculiar. Dê uma olhada:
Projeto feito em 11 de Março  de 2012, dedicado à memória de todos aqueles afetados por eventos trágicos no Japão exatamente um ano atrás.
Conforme o artista, este trabalho  quase completo, só precisava adicionar alguns bits a volta! Diz que foi  um sucesso notável, considerando quão superficial era a neve. Ele só estava afundando um pouco.


A obra de arte no dia de Natal na waterbowl, 2011. Parece um crochê em tamanho gigante.









Não é impressionante? Se quiser se impressionar mais um pouco (...bastante ), entre no Facebook do artista

quarta-feira, 4 de julho de 2012

VOU CONTAR UMA HISTÓRIA



A história que vou contar foi lembrada pelo filho do meio que, láááááá de longe, me falou que ela merecia ser contada pela peculiaridade.

Precisei relembrar com o marido, alguns " detalhes " que não fechavam bem na memória que eu tinha do caso para poder montar o quebra cabeça.

Era uma vez... uma casa que tinha uma cadela boxer branca. Num sábado chuvoso, seu dono (que passarei a chamar daqui por diante de marido) voltava do trabalho, parou numa agropecuária perto de casa e, quando entrava de volta no carro, viu  um cachorro boxer branco: Chamou  pelo nome da nossa cachorra. O boxer prontamente atendeu e foi logo adentrando a porta aberta do carro. Marido veio conversando  e brigando com ela por ter fugido de casa. Ela prestava a maior atenção olhando pra ele.
Marido chegou em casa e, quando abriu o portão da garagem viu, pelo basculante de vidro que dá para a casa dos cachorros, que a nossa verdadeira boxer estava em casa. Constatando que o outro era muito parecido, mas não era o nosso, abriu o portão da garagem e colocou o cachorro de volta para a rua para que ele fosse pra sua casa.

No momento seguinte, colocou  nossa boxer no carro e a levou para o adestramento, lugar onde ficaria por uns 30 dias. 
Enquanto isso, filho mais velho ia chegando em casa, abriu o portão da garagem e entrou com o carro. O clone da nossa boxer, vendo o portão aberto, entrou. Também  achando que era a nossa, colocou pra dentro do jardim e foi dormir.
Marido chegou do adestrador e, sem ter visto a clone dentro do pátio, foi descansar um pouco. 

Um pouco mais tarde eu, já sabendo que seria o dia em que marido levaria a cachorra para adestrar, cheguei em casa e estava sentada à mesa, tomando um café, quando a boxer  apareceu na minha frente. Imaginei que marido não havia levado ela e ficou por isso. Mais tarde, quando marido apareceu, perguntei por que ele não havia levado a cachorra e ele respondeu: " Eu levei ! " . Então falei : " Ué, mas ela tá em casa ".
Ele lembrou do engano dele próprio e falou que aquele não era o nosso. O filho, que tinha colocado ela pra dentro, estava dormindo e ficamos matutando como ela havia entrado ali.
Isso ficou elucidado quando filho acordou. Conversamos e caímos todos na risada por tantos enganos.
Resolvemos ficar com ela até aparecer o possível dono.

Calma, respira  um pouco, que a história continua...

Contei o acontecido para os outros  filhos, que estudam em outra cidade... filho do meio contou  para os amigos...e um deles falou:  " Verdade? Puxa... essa boxer branca pode ser a minha, que sumiu. Fala pra sua mãe mandar foto dela levantada para eu ver as manchas que conheço bem! ". 
Tirei as fotos ( de todos os ângulos...rs) e remeti por e mail. Não... não era a dele. 

Calma...a história está quase terminando...

A boxer foi ficando na nossa casa. Até que...passadas algumas semanas... um belo dia...ela evaporou. Sim...evaporou. O muro é super alto, o portões estavam todos fechados e o clone da nossa boxer, assim como surgiu...sumiu. 

Essa história, que mais parece uma estória de pescador, terminou sem um fim e, até hoje, preferimos achar que ela veio, pra ficar aqueles poucos dias, por alguma razão não explicável . Se todos nós não fôssemos testemunhas, que de fato a história aconteceu, duvidaríamos até mesmo dos fatos...rs.


A original, agora em pose mais apresentável...rs      
                                              

O  Clone


Não são cara de uma, focinho da outra??????

terça-feira, 3 de julho de 2012

CUSTOMIZANDO COM CROCHÊ


De maneira geral, gosto de quase tudo que é feito à mão. Pela arte, pela terapia produtiva, pelo reaproveitamento de materiais, pelo exercício da criatividade e por último, e mais importante, pela energia empregada em cada trabalho manual. 

Numa época em que  era moderno usar saias de crochê, fiz uma pra mim...  mas minha incursão nessa arte terminou ali mesmo. Encomendei, na época de preparo do enxoval, barras de crochê em todas as toalhas de banho e mão, além de nos tapetinhos. Algumas  toalhas se foram e as barras permaneceram inteiras, embora meio desbotadas. Mergulhadas em tintas, certamente  possibilitariam novos usos. 

Alguns anos atrás, minha sogra tinha um tapete guardado, já usadinho, que havia feito muitos anos antes com as sobras de lã das blusas que fazia para os filhos. Ela não dava muito valor pra ele...já eu, quando vi, os olhos brilharam. Ela percebeu e me deu. 
Desde então, está sempre em uso na minha casa, passeando por lugares diferentes e cuido ao lavar pra que dure ainda muitos anos. Ele é meio primário e acho ainda mais bonito por isso. 

Aí vai a foto do tapete feito com sobras de lã.
Foi feito com sobras mesmo...observe voltas no quadrado que continuam com cores diferentes e ainda outras misturinhas. Super original...rs.

Veja outras idéias tiradas da internet  com crochê e tricô para inspirar as caprichosas que gostam da arte das agulhas. 


Olhe que idéia linda! Parece que há uma mistura de tricô e crochê. Colorido...acho demais!!!

 

A crocheteira, responsável por essas três lindezas acima está no link abaixo e tem alguns tutoriais de como fazer: http://greedyforcolour.blogspot.com.br/2012/02/beach-biking.html





E esses trabalhos? Lindos!!!  São feitos de forma livre em malha, tricô e crochê, por uma artista têxtil australiana. Ela escreveu livros sobre as técnicas que  usa para criar sua arte Wearable - detalhes no site: http://www.knotjustknitting.com - E tem uma loja no Etsy - http://www.etsy.com/shop/FreeformByPrudence e uma loja Craftumi em PrudenceMapstone www.craftumi.com.au.

Espero que as imagens inspirem as crocheteiras de plantão a se aventurarem fazendo essas lindezas.
Tem mais dessas  inspirações no link abaixo. É só clicar encima

Se você sabe fazer crochê ou tem a quem encomendar, olhe a lindeza dessa customização em uma cúpula simples transformada com a singularidade do crochê.
 




E que tal colocar florezinhas de crochê também nas almofadas?... que podem ser brancas ou não.

Essas duas idéias lindas vi no  blog da Léia.

O que você acha de olhar melhor para suas cúpulas e almofadas e transformá-las? Mãos à obra...

domingo, 1 de julho de 2012

TÃO FORTE TÃO PERTO - Filme Lançamento


Tão Forte e Tão Perto

Desde que li que o ator Tom Hanks só aceita atuar em filmes em que se apaixona pela história a ser contada e pelas escolhas dos enredos dos filmes em que atua, sempre que vejo seu nome incluído num filme já é motivo para ter vontade de ver.
Sexta à noite, vi o filme  " meio " prestando atenção à conversa do marido com o filho mais velho pelo skype, relutando em pausar, porque tinha que devolver o filme logo.

O mais novo filme com Tom Hanks  é sobre a história  de Oskar, um garoto  com síndrome de Asperger
 ( uma doença não muito conhecida que transforma pessoas que convivem com isso em seres muito especiais) e que tem uma convivência  muito próxima e forte com o o pai, Thomas (Tom Hanks). 
O pai Thomas  estava numa das torres gêmeas e morre durante o ataque, o que faz o mundo do filho Oskar ficar sem chão.  O filme retrata o mundo na mente do menino e sua dificuldade em  lidar com os acontecimentos  de uma maneira  comovente. Traumatizado, com medo e sem entender  os acontecimentos, recusa-se a conversar com a mãe (Sandra Bullock). 

Uma das características da Síndrome de Asperger é a de não  entender algumas coisas mais compreensíveis  para pessoas sem a doença. Há uma busca de sentido lógico evoluído nas coisas e acontecimentos, mas não há capacidade de compreender o que não tem explicações racionais.  

Quando o menino do filme encontra um envelope com um sobrenome e uma chave misteriosa que acredita poder conter algum segredo que o pai lhe deixou, direciona sua busca para encontrar o dono do envelope.
O ator  que interpreta Oskar tem muita expressão e o filme é muito bom  no que se propõe.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

RESULTADO DA RIO+20


- Sobre enoconomia Sustentável


O documento da Rio + 20, que estabelece o Fórum  para o Desenvolvimento Sustentável  substituirá a Comissão do Desenvolvimento Sustentável, criada na Eco-92 e terá a função de fiscalizar o cumprimento de compromissos sobre Desenvolvimento Sustentável assumidos na Agenda 21 (firmada na Eco-92), no Plano de Johannesburg (Rio+10) e noutras conferências.

As ações de transição para a  Economia Verde – na qual toda atividade econômica deve levar em conta aspectos socioambientais, com o objetivo de chegar ao desenvolvimento sustentável – foram condensadas em um compromisso pelo Pacto Global da Organização das Nações Unidas, que reuniu as maiores empresas do mundo.

Em meio ao clima de frustração destacado por toda a imprensa, é preciso reconhecer muitos pontos positivos: Foi anunciado que a Rio+20 rendeu aproximadamente 700 compromissos voluntários entre Organizações Não-Governamentais (ONGs), empresas, governos e universidades, com um investimento de US$ 513 bilhões para ações de desenvolvimento sustentável nos próximos dez anos a 15 anos, principalmente nas áreas de transporte e energia limpa, redução de desastres e proteção ambiental.

No Brasil, 226 empresas assinam o termo – entre elas, gigantes de setores tradicionalmente poluidores, como Petrobras, Vale e Braskem. Ao todo, são aproximadamente sete mil empresas signatárias de princípios que incluem redução das emissões de gases poluentes, maior eficiência energética, entre outras ações no processo produtivo.
O grupo C-40 ( Fundado em 2005, em Londres, o Grupo de Grandes Cidades para Liderança do Clima (originalmente: C20) é um grupo de grandes cidades mundiais, empenhado em debater e combater a mudança climática) que com prefeitos de algumas das maiores metrópoles do mundo, responsáveis por 14% das emissões de gases de efeito estufa, anunciou a meta de reduzir 1 bilhão de toneladas de poluentes.
 “Não podemos esperar por acordos globais para nos guiar”, afirmou Mark Kenber, diretor do Climate Group, uma iniciativa global sediada no Reino Unido para incentivar a transição das empresas para uma produção sem emissões de efeito estufa. “A liderança agora vem de empreendedores e de grandes empresas”, afirmou. O grupo, inspirado pelo ex-primeiro ministro britânico Tony Blair, conta com presidentes de empresas como a Philips, governadores como da província canadense de Quebec e instituições como o Banco Mundial.

Apesar de todas as críticas antes, durante e depois da Rio + 20, depois de dias de reuniões, assembleias e uma grande passeata pelo centro do Rio, a Cúpula dos Povos, evento paralelo organizado pela sociedade civil, entregou ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, um documento resultante do somatório de ONGs, movimentos sociais e partidos, com uma imensa lista de reivindicações.

Na opinião de Alexandre Mansur, editor-executivo da revista época: " Durante a Rio+20, o que se viu foi uma convergência de visões que superou as expectativas. A necessidade de se adequar os limites naturais já é aceita como uma realidade. Enfrentar as mudanças climáticas é uma premissa básica. Se a Rio 92 foi um grande encontro para conscientização e alerta, a Rio+20 foi uma convenção para combinar os caminhos a seguir".
Fonte: http://colunas.revistaepoca.globo.com/planeta/tag/rio20

Rio +20: Obra de arte feita com garrafas de plástico e iluminada é instalada na Praia de Botafogo, com o Pão de Açúcar ao fundo.

Não sei qual a mensagem que o artista quis passar com essa obra, mas minha leitura é de que os peixes estão fugindo do seu habitat natural pelo estado em que os poluentes e  lixos jogados  transformam sua moradia.

Vik Muniz cria obra de arte para a Rio+20 com lixo reciclável. Clicar sobre o link.

Falando em meio-ambiente, é preciso lembrar que, além das grandes empresas, cada cidadão precisa fazer a sua parte. Infelizmente, a quantidade de informações sobre as consequências dos lixos jogados em qualquer lugar não é suficiente para impedir tais ações. Ainda se vê latinhas e copos descartáveis sendo jogados de janelas de carros de todo nível. Alguns tipos de lixos levam mais de 400 anos para se decompor e , enquanto isso, vão sendo levados pelo vento e pela chuva entupindo canais, bueiros causando alagamentos e mortes de todos os gêneros.
 Portanto, não basta fazer a nossa parte, é preciso fazer também a parte de quem se comporta de maneira  irresponsável. Recolha das praias os lixos, sejam seus ou não e incentive outras pessoas a fazerem o mesmo.
Quanto mais isso se tornar comum, mais  pessoas se envergonharão de deixar lixos que vão parar em todos os lugares.

Veja esse pequeno filme ( 3:05min.) que todo o mundo deveria ver... 
Foi feito em uma ilha no Oceano Pacífico, à 2000 km da costa.
Dr James Ludwig- Num estudo sobre Albatrozes na Ilha de Midway, no Pacífico, encontrou no estômago de oito filhotes de albatrozes mortos, tampas e restos de plásticos. Os filhotes haviam sido alimentados pelos pais que não conseguiam fazer distinção no momento e escolher os alimentos.

Não vivem pessoas nesta ilha, apenas aves, e ainda assim……veja o que acontece...é só clicar sobre o link.

http://www.midwayfilm.com/


quarta-feira, 27 de junho de 2012

ESCULTURAS QUE PARECEM HUMANOS


Com madeira e algumas ferramentas o escultor italiano Bruno Walpoth, parece conseguir capturar sentimentos e expressões em seus modelos humanos, de maneira tão realista que aparentam estar congelados no tempo.

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Com um estilo bem original suas esculturas em madeira  são construídas com total delicadeza. 

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É inegável perceber o cuidado de Bruno Walpoth em esculpir para que cada humano consiga realmente expressar seus sentimentos, como se estivessem sido congelados em um instante e agora passassem a ser um convite a nossa imaginação, inspirando-nos a vivenciar certas emoções.

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As esculturas parecem estar meditando ou contemplando um montante de sensações dentro de si mesmos, como se a qualquer instante  pudessem ganhar vida própria.

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Não são perfeitos? Achei fantásticos...e você?

O artista em seu local de trabalho
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Fonte: http://www.walpoth.com/wood.html   \      http://lounge.obviousmag.org


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